Pagu - (Reflexo do meu espelho)





Mexo, remexo na inquisição
Só quem já morreu na fogueira
Sabe o que é ser carvão
Eu sou pau prá toda obra
Deus dá asas à minha cobra
Minha força não é bruta
Não sou freira
Nem sou puta...
Porque nem
Toda feiticeira é corcunda
Nem
Toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem
Sou rainha do meu tanque
Sou Pagu indignada no palanque
Fama de porra louca
Tudo bem!
Minha mãe é Maria Ninguém
Não sou atriz
Modelo, dançarina
Meu buraco é mais em cima
Porque nem
Toda feiticeira é corcunda
Nem
Toda brasileira é bunda
Meu peito não é de silicone
Sou mais macho
Que muito homem...

(Rita Lee/Zélia Duncan)

Racismo x Adaptação

Alguns ainda se lembrarão da polêmica que envolveu a Microsoft através da sua filial polaca, tudo porque esta resolveu, numa publicidade, substituir a cabeça de um homem mulato pela de um homem branco. "Racismo!" Gritaram logo os habituais setores exaltados da sociedade. "Perdão!" Disse apressadamente a empresa americana.
Quem conseguir aliar o bom senso ao mínimo conhecimento do mundo, saberá que a "identificação" é algo de essencial na publicidade. O público-alvo tem de se identificar com as coisas que vê.
Gente, na Polônia não há negros. E, mesmo havendo, não seriam mais do que uma parcela insignificante das várias dezenas de milhões de habitantes que o país tem, logo, um anúncio com um mulato lá metido, não tem nada a ver com o público-alvo.

Por cá, apesar de os não-brancos não chegarem a, parece, 2% da população, já vai havendo o hábito de exagerar a proporção incluindo sempre alguém mais escuro (nunca preto ou indiano) de forma a contentar os espíritos politicamente corretos.

Mas, na Polônia não o fizeram e,caiu o Carmo e a Trindade. Curiosamente, tivemos acesso a outro caso semelhante, e que envolveu a série de desenho animado "Os Simpsons". Estes, como sabem, são orgulhosamente amarelos, mas passaram por uma cura de escurecimento para a publicidade relativa ao lançamento da série em terras africanas, mais propriamente, em Angola.

E agora? Mudaram a cor dos Simpsons (só para a publicidade),os vestiram com outras roupas, mudaram-lhes os penteados... Poxa, até alteraram a paisagem no quadro pendurado na parede! Mas, atenção, agora já não é um caso de racismo... é, apenas, adaptação ao público-alvo...


E eu pergunto, qual a diferença entre os dois casos?
As pessoas tendem a embelezar as coisas, tudo isso não passa de hipocrisia!

 

"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, sempre haverá guerra."
(Bob Marley)




Hoje a saudade bateu forte

Na falta de nossas palavras nos encontramos nas dos outros...



"Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche."        (Martha Medeiros)




Se alguém perguntar por mim
Diz que fui por aí
Levando um violão debaixo do braço
Em qualquer esquina eu paro
Em qualquer botequim eu entro
Se houver motivo
É mais um samba que eu faço
Se quiserem saber se volto
Diga que sim
Mas só depois que a saudade se afastar de mim
Tenho um violão para me acompanhar
Tenho muitos amigos, eu sou popular
Tenho a madrugada como companheira
A saudade me dói, o meu peito me rói
Eu estou na cidade, eu estou na favela
Eu estou por aí
Sempre pensando nela

 (Diz que fui por aí, Zé Keti / Hortêncio Rocha)


"Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos."
(Bob Marley)


Afinal, o que é mais cruel: a vida ou a morte?

O Menino do Pijama Listrado

"A infância é medida pelos sons e cheiros e paisagens, antes da hora escura que a razão cresce."






A história:

A própria orelha do livro afirma que esta é uma história que você deve começar a ler sem saber nada sobre a trama. Sendo assim, eu irei dar só algumas informações.
Ele conta a história de Bruno, um garoto explorador de nove anos, filho de um coronel nazista. Este é promovido para trabalhar em um campo de concentração, e a família ver-se obrigada a se mudarem de Berlim para Auschwitz. Desta maneira, Bruno se sente sozinho em meio a um ambiente inóspito. Sem frequentar a escola, sente falta dos amigos e de pessoas de sua idade com quem possa brincar.

Vizinho a sua nova casa, há o que Bruno acredita ser uma fazenda, na qual todos os fazendeiros usam pijamas listrados. Ele avista crianças nesse local, e os imagina como futuros amigos, porém ele é proibido de ir até lá. Com sua natural curiosidade infantil, Bruno explora os arredores e acaba ficando amigo de Shmuel, garoto judeu, com a mesma idade que a sua. A amizade se desenvolve tendo como separação a cerca enorme de arame, que separa esses mundos tão distintos na aparência, mas tão semelhantes em sua essência. E assim começa a história de Bruno.


Opinião do Deputamadre:

Li esse livro em questão de horas, muito bem narrado e realmente prende o leitor até o fim.
Não é só mais um livro que trata sobre a Segunda Guerra Mundial, Nazismo e as infames doidices de Hitler, é mais que isso, ele trata todos esses assuntos, porém, com uma vertente diferente, sob o olhar inocente de uma criança. O  menino cria todo um mundo de fantasias em meio a a uma realidade tão cruel , e é até um pouco engraçado (e comovente, admito) vê como as crianças encaram a realidade de uma maneira tão bela e ingênua. Gostei bastante da sutileza utilizada na trama, em toda ela.
Confesso que achei o final um pouco previsível, mas digo de ante mão: isso não tira a beleza da história, e nem tira o interesse do leitor em ir até o final.


O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Vale a pena conferir!!!

Mark Ryden - A fome surreal

Um amigo meu, literalmente, me jogou o nome Mark Ryden e disse: "veja as obras do cara que tenho certeza que tu vai gostar!". E ele acertou (como sempre).
Fui surpreendida por uma série de desenhos alucinantes, esquisitos e um tanto quanto curiosos. O trabalho dele é bastante detalhado, envolve principalmente caricaturas, e uma espantosa combinação de garotinhas, carne, numerologia, simbologia, religião dentre outros (muitos outros). Fiquei tão intrigada (bestificada é a palavra mais adequada), que resolvi "estudar" a vida do dito cujo, e não é que eu fiquei sabendo que ele é um dos mais respeitados artistas plásticos underground de todos os tempos! O cara "tá" bem na fita!!! (rsrsrsrs).
Não sei se é porque gosto de coisas que despertam minha curiosidade, ou (muito provavelmente) meu lado que adora tudo que fuja do normal também ajudou, o fato é que eu adorei tudo que vi até agora: pinturas, o lado surreal, pitadas renascentistas, etc, etc, etc... Tudo que pude identificar (até o momento) analisando as obras de Ryden, me fazem querer saber cada vez mais sobre seu trabalho. Gente, o cara faz uma união brilhante de coisas bizarras, amáveis e grotescas num só lugar e fica perfeito!
E, para que vocês fiquem curiosos (assim como eu) tentando entender o que se passa na mente deste desenhista, deixo aqui algumas obras do mesmo. E meu muito obrigado à Adriano Araújo (o cara que me bombardeou o fenômeno Ryden) por mais essa...






















































Mafalda - de Quino


Gente, eu A-DO-RO a Mafalda!!! Então, sendo assim, não poderia deixar de falar da minha baixinha predileta aqui no Deputamadre. Acho, sem sombra de dúvidas, que a criação dessa personagem foi uma sacada inteligentíssima do Quino (seu criador), que por meio de Mafalda e seu mundo pequeno burguês, reflete sobre a realidade de seu tempo, colocando suas idéias e imaginando saídas nem sempre fáceis para as questões que o angustiam, para os dilemas da contemporaneidade. Mas falemos sobre essa explêndida obra que surgiu nos anos 60, e sobre seus personagens incríveis!





Uma criança que fala aquilo que pensa e por isso coloca os adultos em situações embaraçosas. Uma menina de opinião, com uma visão bastante crítica da realidade. Uma sonhadora. Uma contestadora. Uma cínica. Tem 6 anos de idade, odeia sopa e adora The Beatles e o desenho do Pica-Pau. Sim meus caros, essa é a Mafalda! Em termos gerais, é apenas uma menina que vive na Argentina dos anos 1960, com pais normais de classe média, que vai à escola, possui alguns amigos com quem realiza as brincadeiras normais de toda criança e viaja com a família para a praia no período de férias. No entanto, ela é muito mais do que esta simples descrição pode passar. Acima de tudo, representa uma das personagens mais fascinantes que já apareceram nas histórias em quadrinhos latino-americanas, personificando a insatisfação frente a uma realidade social e econômica que, mais do que respostas, apenas desperta perguntas e inquietações. Ainda assim, nesse sentido, é muito mais que uma criança que apresenta uma postura de adulto, como tantas outras que já surgiram nos quadrinhos: ela é a porta-voz de todas aquelas questões que os leitores de suas tiras gostariam de ter a coragem de colocar para o mundo, mas que nem sempre conseguem fazê-lo. Ela possui uma visão mais humanista e aguçada do mundo em comparação aos outros personagens desta obra.


Papá (Pelicarpo, 29 de setembro de 1964): O pai trabalha em uma companhia de seguros, adora cultivar plantas em seu apartamento e entra em crise quando repara na sua idade.
Mamã (Raquel, 06 de outubro de 1964): Típica dona de casa, não completou os estudos (por isso é vista como medíocre pela Mafalda), entra em conflitos com a filha quando prepara sopas e macarrão.
 

Filipe (19 de janeiro de 1965), morador do mesmo prédio e primeiro amigo de Mafalda, um sonhador que odeia a escola, mas que frequentemente trava intensas batalhas com sua consciência e seu senso nato de responsabilidade. Inseguro do futuro, apaixonado por Brigitte Bardot, a musa dos anos 60. Leitor entusiasmado das histórias em quadrinhos do "Cavaleiro Solitário", acredita em tudo que lê nos jornais. Tem idéias grandiosas, que são sempre frustadas pelos amigos, o que invariavelmente o faz ficar amargurado. Eu diria que ele é o contraponto da protagonista. É aquele com o qual Quino, seu criador, mais se indentifica, foi baseado em um seu amigo de infância chamado Jorge Timossi.

 

Manolito (Manuel Goreiro "Manelito", 29 de março de 1965), É filho de Don Manolo, imigrante espanhol dono de uma mercearia, de quem herdou os traços fisionômicos e a vocação para o comércio. Seu grande sonho é crescer e ser dono de uma cadeia de supermercados. Materialista, caracteriza-se por sua brutalidade, pela descrença quanto às coisas do espírito – a ele não lhe agradam os Beatles –, tendo uma visão prática do mundo. Admira os norte-americanos, por sua riqueza, e está sempre imaginando formas de se tornar igual a eles (do que não se excluem artimanhas para fazer com que os amigos comprem mais coisas no armazém de seu pai...). Apesar de tudo, no entanto, é um trabalhador abnegado, o que não impede que em várias ocasiões demonstre, até mesmo de forma ingênua, uma grande capacidade de afeição pelos demais personagens da série.

 

Susanita (Susana Beatriz Clotilde Chirusi, 06 de junho de 1965), Uma menina fútil. Seu único objetivo na vida é encontrar um marido rico e de boa aparência quando crescer, e ter uma quantidade de filhos acima da média. É uma grande fofoqueira e egoísta, e sempre encontra um jeito de falar sobre o vizinho do irmão da cunhada de alguém. Sempre fora da realidade, busca não se envolver com os problemas do mundo e prende-se às aparências. Enquanto Mafalda personifica a mulher liberada que busca se colocar em pé de igualdade em relação ao sexo oposto, Susanita é a visão tradicional do papel da mulher na sociedade, o que ocasiona frequente atrito entre as duas meninas.





Guille "Gui" (Guillermo, "Guilherme", 1968), Mais do que um representante do embate pais e filhos, personifica, em sua relação com Mafalda, a diferença de opiniões entre gerações separadas por apenas alguns anos. A partir do aparecimento do irmão, a protagonista passa a representar a crítica ao mundo constituído, fechando-se na reflexão abstrata, na visão realista da sociedade em que vive, e assumindo uma agudeza conceitual à qual não cabem mais os sorrisos e brincadeiras que eram tão comuns antes de se tornar a filha mais velha. Nesse novo papel, ela tem que responder para o irmão as mesmas perguntas embaraçosas que antes colocava aos pais.



Miguel "Miguelito" Pitti: Amigo de Mafalda, um pouco mais jovem do que os outros. Filho único, com uma personalidade única, mas com um coração enorme. Miguelito tem dificuldade de compreender o que Mafalda pensa, sempre entendendo os conselhos de sua amiga de maneira literal. É a inocência personificada, alguém sempre em busca de compreender o mundo que o cerca e admirado pelas contradições existentes, que não sabe explicar. Surge repentinamente na praia, durante uma viagem de férias da protagonista, agregando-se posteriormente à tira.

       
                                                                                                                                                  



Liberdade (Libertad, 15 de fevereiro de 1970), é a última a aparecer na tira, filha de pais hippies, pequena e contestadora, é uma metáfora da própria Liberdade, um permanente incômodo para todos.Gosta das coisas simples da vida, e se torna a válvula de escape para idéias que estavam no ar durante o período que Mafalda não podia dar voz, devido a suas características esquemáticas.








Burocracia: É a tartaruguinha dada por seu pai a Mafalda e Guile. Mafalda a batizou com esse nome por ela ser tão vagarosa. Só aparece a partir do livro "As Férias da Mafalda".  (Desculpem, mas não encontrei uma imagem que a Burocracia estivesse só, então, vai essa mesmo!)



 




Eu acredito que muito exista a dizer sobre o mundo de Mafalda. Muito a ser analisado, tão complexas são suas inquietações e as relações que desenvolve com a família, com os amigos e com o mundo em que vive. Trata-se de uma história em quadrinhos povoada principalmente por crianças, mas não é exatamente uma série para crianças. Embora os pequenos possam ler as tiras de Mafalda e se identificar com as preocupações e desencontros de seu mundo infantil, o público da menina é mesmo composto por leitores adultos, que conseguem – ou, pelo menos, tentam... – entender sua posição em relação às relações de poder na sociedade e à opressão dos mais fracos pelos mais fortes. Pois em Mafalda nada é simples: quando pensamos que sua posição está firmada sobre um determinado assunto, ela nos surpreende com um aspecto inusitado da questão, com uma pergunta bombástica, com uma expressão de enfado, de asco ou de pena frente a uma situação ou personagem específicas. O desenvolvimento da tira faz aos poucos com que ela evolua, amadureça em sua visão de mundo, perca algumas de suas características – em geral, as mais infantis –, que são assumidas pelas demais personagens. Recomendo aos meus leitores o livro "Toda Mafalda", nele vocês irão encontrar da primeira a última tirinha dessa obra (que não me canso de dizer) magnífica.

 E para concluir, acrescento uma imagem da Mafalda que eu A-DO-RO, é praticamente um resumo de tudo em uma só imagem... E ponho também uma frase dela que acho simplesmente... Vocês vão ler, nem precisa de explicações, ela fala por si só...

 


"Já que há mundos evoluídos, por que tive que nascer justo neste?"
(Mafalda)

Viva o Photoshop!!!! Ou não...

Ninguém aqui é tão ingênuo que ainda acredita em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, que Larissa Riquelme não tem silicone e que nenhuma famosa não usa photoshop nas fotos de revista (principalmente aquelas famosas masculinas).
Tá, normal que elas tenham que ficar "vendáveis" nas revistas e tal...mas eu acho interessante a discussão de que até que ponto deve-se usar as ferramentas disponíveis deste programa magnífico para transformar a imagem de pessoas?
Tanto se exagerou com essas alterações, que já estão falando que toda foto manipulada por Photoshop receba uma legenda ou um selo informando que a mesma foi alterada (Não sei se isso vira lei ou se é só boato).
ACABOU o sonho dos homens, aquelas mulheres magníficas e perfeitas das capas de revistas são tão normais quanto as que circulam pelas ruas diariamente.


Vejam algumas transformações que já rolaram no "Fantástico Mundo do Photoshop":







Quase que dá pra brincar de jogo dos sete erros com a coitada da Gyselle. O photoshop foi tão, mas tão exagerado que a moça ficou completamente reta da cintura pra baixo.Ela tem tipo um 'calombo' na mão, e os seios saltam meio que "de repente", fora que ficaram meio triangulares, mas em compensação o bumbum dela tá RE-DON-DI-NHO! Fala sério!! Acabaram com ela! Talvez ela seja mais bonita sem essas "regras de plástico" que a mídia dita.






 Ha, olha a Melancia! Mas, espera um minutinho, cadê o atributo da moça que a fez ganhar esse título? Não só diminuiram o bumbum da Mulher Melancia, como deram a ela uma cinturinha de dar IN-VE-JA a qualquer mulher na face da terra! Gente, ela não tem essa cinturinha nem aqui nem na feira!!!! Olhem só como ela é de verdade...


PASMEM!!! Ela é assim!






Olhem só a Isis Valverde! Maravilhosa não acham? Eu também, mas, vamos ao "por trás do photoshop":


Sim pessoal, ela tem barriguinha e celulite como qualquer mortal!
 





Gente, agora tá explicado porque toda mulher famosa em revista tem essa pele cor de pêssego. T-O-D-A-S!!! Já perceberam isso?!? Tá, só não são todas pois as negras ficam com uma cor meio que de bombom, mas também seguem uma mesma linha...
Mas deixemos a barriga, a pele, as olheiras... Cadê a tatuagem da Carol Castro???!!!???




 Lembraram da pele rosada? E o que dizer de uma mulher que tem mais de 1 metro de bunda e não ter nenhuma celulite?! Aff, eu juro que se encontrar uma típica mulher melancia (ou pêra) sem nenhuma celulite eu enfarto, não tem jeito gente, vamos combinar...




Não disse?!!?? Olhem aí a Juliana Paes NATURALMENTE!







Agora vem cá amiga, você com seus 20 e poucos anos tem esse corpão aí que  a Susana Vieira exiba aos mais de 60?!?!?! Sinceramente, eu não. Nem um pouco, mas eu não uso photoshop no dia-a-dia.
Nada contra a atriz, mas é um tanto quanto irreal uma mulher com 60 anos exibir esse corpão não?!?! Todo mundo envelhece, cria rugas, bumbum cai, barriguinha cresce, normal gente, normal...

Tanto é normal que...




Eu não estou aqui para fazer demagogia contra as revistas masculinas, mesmo porque elas não põe as mãos no meu lindo dinheirinho, então pra mim não faz a mínima diferença. Só estou tentando mostrar que não existe essa de "mulher perfeita", todas são lindas, maravilhosas e não precisam ser "plastificadas" pra poder transparecer isso.

E já dizia o poeta, celulite é: 'Eu sou gostosa em braile' então pra quê usar o photoshop pra tirar ela?! Maridão gosta! rsrsrs
;)