Traduzindo sentimentos no papel
Ainda não chorei a falta dela do jeito que ela merecia. Ou talvez a vontade de chorar nunca vá cessar. Como o dia amanhece sempre novo, todo dia amanhece uma nova vontade de chorar. Quem me conhece me vê rindo todo dia, sou alegre, até palhaça. Sou feliz, mas sou triste também. Quero deixar de sentir tristeza, mas será que devo exigir mais isso de mim?
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Trecho de Quinta #27
"Tive vontade de dizer muitas coisas à roubadora de livros, sobre a beleza e a brutalidade. Mas que poderia dizer-lhe sobre essas coisas que ela já não soubesse? Tive vontade de lhe explicar que constantemente superestimo ou subestimo a raça humana - que raras as vezes simplesmente a estimo. Tive vontade de lhe perguntar como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão almadiçoadas e tão brilhantes.
Nenhuma dessas coisas, porém, saiu de minha boca.
Tudo que pude fazer foi virar-me para Liesel Meminger e lhe dizer a única verdade que realmente sei. Eu disse à roubadora de livros e a digo a você agora: Os seres humanos me assombram."
A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak
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Solidão
A gente sente quando a única pessoa que conhece nossa alma já não está mais aqui. A falta dela ocupa um espaço muito grande em meu coração, e esse mês de maio é um dos mais dificeis.
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#um bocado verdade
"Se me perguntarem qual o sentimento que considero mais bonito ou mais importante, vou abrir um sorriso e dizer: O correspondido."
Martha Medeiros
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Poesias
Trecho de Quinta #26
"Não desista, vá em frente. Sempre há uma chance de você tropeçar em algo maravilhoso. Nunca ouvi falar em ninguém que tivesse tropeçado em algo enquanto estava sentado."
Caio F. Abreu
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#Filme da Vez: Comer Rezar Amar
É, eu sei que quase todo mundo já viu esse filme, no entanto, só pude vê-lo há algumas semanas. Ultimamente tenho visto muito filme que procura mostrar anseios, devaneios, crises existenciais e busca pela liberdade de seus personagens, isso se dá pelo meu atual estado de espírito que ta doido pra sair correndo sem rumo por aí.
Embora eu não saiba como a história realmente foi contada por, simplesmente, não ter lido o livro, achei o filme muito bem feito, com um roteiro bacana e com alguns aspectos que, na minha opinião, foram positivos para o longa. Não é uma história de amor como tantas outras, não há traições, histórias sórdidas ou nada do gênero, a protagonista apenas percebe que aquela não era a vida que ela gostaria de ter, mas é claro que o vislumbre dessa verdade causa dor e sofrimento já que ela precisa tomar decisões que mudariam o rumo de sua vida. Em meio a tantos problemas, crises existenciais e sofrimento, ela resolve se afastar de tudo e de todos fazendo uma viagem solitária em busca de respostas internas às suas angústias.
A história biográfica de Comer Rezar Amar (Eat pray love) retrata um período especialmente frágil de uma mulher em crise, e mostra toda sua tragetória enquanto buscava a paz interior. É um filme agradável, não vou comentar muito sobre o lado técnico de sua produção, pois o que de fato me atraiu foi sua história e a forma de como ela foi contada. Eu recomendo.
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