Coreano Pancadão




Você achava mesmo que a dancinha do coreano PSY foi fruto da criação dele? Claro que não, você já dançou assim em 2003! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Ri potássios com essa versão!

Sin City - A Cidade do Pecado (o filme)

 
 
 
Certo, todo mundo sabe que adaptação nenhuma para a telona é perfeita, seja de livros, games ou HQs. Mas dizem por aí que se não pode ser perfeito, pode se aproximar bastante dessa perfeição. Bem, pelo visto Sin City, adaptado da HQ homônima de Frank Miller, chegaria nessa categoria. Só não é perfeito porque não dá para ser mesmo.
 
Uma breve palavra sobre o enredo: a estória, ou melhor, as estórias (três, no total) que se passam no filme são de três volumes da série Sin City: The Hard Goodbye, The Big Fat Kill e That Yellow Bastard. Eu não vou ficar aqui descrevendo o que acontece em cada estória; cabe ao interessado descobrir assistindo ao filme. Para quem leu os volumes, vale ver em movimento os contos das páginas do gibi, com levíssimas modificações.
Mas ei, ei! Antes dos puristas bradarem aos quatro ventos que “como ousaram mudar” e blá blá blá, cabe lembrar que tamanho infortúnio é tão vetado quanto inconsistente, já que o co-diretor do filme foi ninguém menos que o próprio Frank Miller. Sim, pequeno gafanhoto, o próprio autor da HQ. Co-dirigiu junto com Robert Rodriguez, diretor de Era Uma Vez no México. Ainda, o filme conta com um diretor convidado: Quentin Tarantino. Tem ainda nomes de peso como Bruce Willis, Mickey Rourke, Elijah Wood, Ruthger Hauer, Benício del Toro, Jessica Alba e Clive Owen (haaaaa... Clive Owen...) . Aliás, vou até colocar uma imagem do Dwight aqui, sem motivo nenhum, só para podermos olhar:
 
 
Ahhh... Dwight...
 
Enfim, como eu dizia, é impressionante como a presença do autor faz a diferença. Isso faz eu me perguntar como ficaria a trilogia de  “O Senhor dos Anéis”, que, apesar de serem bons, ainda sempre poderiam ter ficado melhores.
O que mais impressiona em Sin City, sem sombra de dúvidas, é o visual. É incrível como a produção conseguiu se aproximar tanto da HQ, que é toda em preto e branco com forte contraste. E o “preto e branco” da HQ realmente é “preto e branco”. Não tem tons de cinza. É óbvio que isso seria impossível na telona, mas o grande contraste é mais que suficiente para uma adaptação que, como eu disse acima, é quase perfeita. Ainda, assim como na HQ, apenas alguns elementos são coloridos; geralmente aqueles de cores marcantes, como a cor de algum carro, um lençol ou cor de cabelo, ou olhos. Tudo está ali.
 
A única coisa que me incomodou em Sin City foi que, em razão de obter todo este grande contraste e estas características “neo-noir”, a película pode ter ficado um pouco excessivamente digitalizada. Mas isto de modo algum compromete a produção. Para encerrar, Sin City é um grande filme; para os fãs da HQ, para os fãs de filmes “tarantinescos” ou mesmo para os fãs apenas de uma boa estória de ação (na verdade três). Que venha o já confirmadíssimo Sin City II.
 

Cem Anos de Solidão - Gabriel Garcia Márquez

"O segredo de uma velhice agradável consiste apenas na assinatura de um honroso pacto com a solidão."
 
 

 
 
Um dos maiores valores da Literatura, enquanto produção artística, é a sua capacidade de ordenar as palavras, organizar o caos e dar um sentido articulado e humano à vida, expondo a visão de mundo dos homens e trazendo elementos que podem transitar entre a fantasia e a realidade. Com isso, é possível sonhar ao folhear cada página de um livro e deixar o imaginário ir além das fronteiras de uma vida comum, palpável. Em Cem Anos de Solidão, um clássico da Literatura Latino-Americana de Gabriel García Márquez, somos convidados a entrar neste realismo fantástico, um fenômeno narrativo literário que, no primoroso trabalho do escritor, encontra o caráter histórico mesclado ao lúdico, e indiscutivelmente, eleva o valor desta obra prima da Literatura traduzida em mais de 30 línguas e catalogada pela crítica internacional como um dos melhores romances escritos na atualidade.
Cem Anos de Solidão conta a saga de uma família que se estabelece e participa da fundação do pequeno povoado de Macondo. O patriarca José Arcadio Buendia, homem de muitas virtudes e habilidades, e sua esposa de pulso firme, Úrsula Iguarán, fixaram-se naquela terra, onde tiveram filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Suportaram doenças, pragas, períodos infindáveis de chuvas, viram seus filhos partirem para guerras, comandarem exércitos e greves. Mas também tiveram os momentos felizes, de reencontro, casa cheia de convidados, música e cortejo das moças quando estas estavam em idade de namorar.
Sou apaixonada por este autor, e já reli esta obra 2 vezes, de tanto que gosto. Não foi o primeiro que me levou às lágrimas, mas foi o que me provocou diversas reações, e me levou em poucos parágrafos da tristeza ao riso.
As frases são poéticas e os personagens muito originais.
A narrativa por vezes é arrastada, outras, mais rítmica. Seu estilo de escrever é único e inconfundível. Existem algumas peculiaridades, como os nomes dos personagens que se repetem, o que dificulta se você não conseguir se concentrar e ter uma boa dedicação à leitura, mas nada que prejudique o enredo.
 
Como sou apaixonada por tatuagens quase enlouqueço quando vi essa imagem:
 
Uma ilustração de um dos capítulos do livro.

Também postei AQUI uma outra tatuagem - linda de morrer - feita a partir de uma ilustração do livro.

Novos rumos...



Hoje me vejo procurando um novo caminho e sei que será longa a estrada. Até encontrar quem perceba que a minha urgência nada mais é do que a urgência de ter calma. Até encontrar alguém que realmente me veja.

Amor verdadeiro...



E isso é o mais bonito do nosso amor: entender que ela ficou em mim, mas não levou um pedaço meu. Um amor que nada rouba, só acrescenta.

Remendando...



# Música da Vez...

Me Dá Meu Coração - Trio Nordestino

Você dizia que me amava e me queria
E que jamais em sua vida
Gostou de alguém assim
Eu era tudo pra você
A flor do bem querer
Que nunca ia poder viver sem mim
Tanto cuidado, tanto mimo, tanto dengo
Cada dia mais crescendo
Dava gosto de se ver
Como se fosse transmissão de pensamento
Você ligava pra mim
Eu tava pensando em você
Diz onde foi que errei
Aonde vacilei
Fiquei de fora
Se foi tudo uma ilusão
Me dá meu coração
Que eu vou embora
 
 
 
 
Pq essa música dispensa meus comentários...
=(